João Esteves

Dos Monopólios da: terra; máquinas ; finanças; do capital: da especulação e burocracia financeira, ao Estado de bem estar social e: heyek

( a imagem representa - 1 - tipo de ação da legítima, em tese, autarquia feudal; a segunda imagem demonstra como, teoricamente, a sociedade agrária se desenvolveu em estrutura, sistematizadas: plantation, monopólio da Terra e da Violência, dados:

As forças tradicionais se debruçavam sob o pilar da Cruz e da Espada, a Paz e a Guerra - Si vis pacem Para Bellum.

Isto é, para manter a Paz, era necessário manter a espada bem afiada. Prova factual, que demonstra total monopólio do uso da força, sobretudo contra outras culturas e sociedades. Portanto, as primeiras leis de terras eram asseguradas pela lei  da violência, e da política da classe guerreira, com auto poder de polícia e de grande organicismo em função das leis coordenadas pela força motriz da tradição, da censura, e, sobretudo, do medo da morte advindo de um fruto perverso ( Auri Sacra Fames - nas palavra de Max Weber)

De facto, a Igreja defendia o modo de vida simples, mas não abria mão de seus privilégios. O pequeno camponês, estava ansioso a ascender culturalmente na cultura do Capital, abraçando, desta forma, as propostas das classes mas elevadas. Seria a velha ordem da Cruz e a Espada, sendo trocados pela especulação de mercado, dia a pós dia, crise após crise.

Portanto, para resumir esta introdução no ofício feudal, vê-se: Monopólio da Terra, do Saber, monopólios do Ofício e da Violência pelas classes mais elevadas.

Mais para frente, depois de sabermos que todos sabem, teoricamente, da formação do monopólio e da burocracia, devemos prestar devida atenção a demanda do: TEMPO. Essa noção pode ter os mais diversos caracteres antagônicos mas, de fato a Burocracia, a Divisão Social do trabalho e o advento do relógio trouxeram maior pressão, talvez, sobre as sociedades que aderiram suas perspectivas de futuro, e aos novos limites burocráticos, etc. que o Capitalismo artesanal, industrial, comercial e, também, da especulação da terra e da nota impressa, o dinheiro. Lembro que este tem a cara do intercambio, a face do Kapitalismus. 

Para falarmos destes três pensadores e especialistas na arte economica vê-se:

Marshal, se não estamos enganados, enxergaria a economia política, do Estado das Obrigações, ou seja, do monopólio da violência em função dos direitos de produção, e, consequentemente, do consumo.  Este autor foi decisivo na burocratização da economia de cátedra, fora eminente teórico da matematização desta disciplina, além de sua contribuição a Macro-economia, que logo teria sido mapeada por John Maynard Keynes. 

(A esquerda podemos ver a imagem de Alfred Marshal - que também foi parte da política de flutuação cambial e a direita, Keynes)

Agora, para podermos falar da Política de Keynes, deveremos nos ligar um pouco no fenômeno do culto aos homens de negócio, promovido também pelo puritanismo britânico e a sede por melhorias dadas as classes trabalhadoras em seus estado recém Capitalistas.

Neste momento, a velha ordem fora substituída pela ordem de mercado, o Crepúsculos do ìdolo e o advento do novo ídolo: O homem de negócios

Neste período, a cultura do homem de negócios foi bem difundida dentro de Ohio - Standard Oil Ohio Company, pela também United States Stell Company - Mercados fatiados por homens como: John D. Rockefeller , Carnegie, e Morgan, o terceiro ja mais associado ao Kapitalismus finaceiro.

Esta cultura trouxe malefícios em demasia levando as sociedades: local, regional, nacional e global, no sentido de um mundo geopol´tico, espeirtual, cultural, econômico etc; a uma sequência de crises: desde a crise de 29 ao famoso Holocausto, e as várias brigas intestinais em graças ao poder e ao controle do que se sobra.

  

Esta ilustre figura pode ser considerado mais que economista, um grande político na ciência da manipulação das massas, o efeito de manada ou, a futura supra- economia. De facto, ele imaginou que se deveria investir o quanto fosse e incentivar o quanto fosse o pensamento das classes empreendedora havendo, em conjunto uma mansidão e flexibilidade da parte dos trabalhadores. 

Sua política foi de facto aplicada  a luz dos olhos, em data de sua morte, no fim de 1946, no pós guerra. Este que é um dos inventores da Intervenção de Estado, não pode bem desfrutar de suas glórias póstumas.

Em fim, para finalizarmos deveremos retornar a política vigente, Hayke demonstra como era, em tese, de Keynes e sua capacidade de seduzir as massas em vender suas idéias como um mercador da retórica de Aristóteles, como um proféta. Hayek, que era de origem germânica, questionou em diversos episódios o caráter antagônico da filosofia de mercado do britânicos, e também, acima de tudo, diferenças no mode de pensar e na necessidade de olhar para o micro, como fez a História, como se pra Hayek, o mercado tivesse sua gênese, crepúsculo e renascimento, no micro, ou seja, na mão de cada comerciante. Hayek nunca tentou denegrir a Keynes mas mostrar as falhas numa política de Macroeconomia. 


João Esteves

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